Como chegamos ao líquido de R$ 11.500
Primeiro sai o INSS, calculado de forma progressiva: cada parte do salário paga a alíquota da sua faixa (7,5%, 9%, 12% e 14%). Depois o imposto de renda é calculado sobre o salário menos INSS e dependentes — ou menos o desconto simplificado de R$ 607,20, se for melhor. Por fim entra a redução criada pela Lei 15.270/2025, que vale desde janeiro de 2026.
Sem redução: acima de R$ 7.350 de rendimento mensal a nova lei não traz desconto; vale a tabela progressiva normal, com alíquota marginal de 27,5% sobre a base acima de R$ 4.664,68. A alíquota efetiva de IR sobre o seu bruto é de 17,2%.
Teto do INSS: o desconto previdenciário para em R$ 988,09 porque o salário de contribuição é limitado a R$ 8.475,55 em 2026. Tudo o que você ganha acima disso não paga INSS.
O FGTS de R$ 920,00 não sai do seu salário: é pago pela empresa e depositado na sua conta vinculada. O 13º salário tem INSS e IR calculados separadamente, com a mesma regra.
Para incluir outros descontos (VT, plano de saúde) use a calculadora de salário líquido 2026.